
Tenho pensado bastante sobre as decisões, como as tomamos, por que as tomamos e as suas consequências. A pandemia da covid-19…
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Leio o nome da atleta norte-americana Simone Biles há dias e noto que uma grande discussão se estabelece ao julgar a…
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Em março comemoramos o Dia Internacional da Mulher e no fim de abril, dia 30, comemoramos o Dia Nacional da Mulher.
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Viver em tempos prolongados de pandemia exige da vida um segundo, terceiro, quarto olhar. Exige avaliar se realmente queremos conviver com…
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Dizem que o cuidar é do feminino, desculpem, não concordo. Concordo mais com a ideia de que isso é uma convenção cultural, mas, este texto não pretende discutir esse assunto, portanto, vamos junto com a maré: se cuidar é do feminino e empresa ou corporação são substantivos femininos, que tal cumprir essa convenção social?
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Nos últimos anos tenho ouvido regularmente relatos sobre o trabalho análogo ao escravo no Brasil. Assim como os de violência doméstica, esses relatos têm me ajudando a compreender a realidade social e moral da nossa sociedade. Retirando de mim o véu que evitava que enxergasse que fatos dessa natureza aconteciam não só nos confins deste país desigual.
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Ao longo dos meus anos de observar o comportamento da sociedade fui entendendo que existem comportamentos transversais à idade, gênero e classe econômica e com os quais vou agrupando pessoas. Esses agrupamentos me ajudaram a compreender que, embora os ambientes, a cultura local e os valores familiares influenciam profundamente a visão de mundo das pessoas, há também um espaço onde o livre arbítrio se manifesta. Esse é o espaço onde a nossa liberdade melhor opera. A liberdade de ser, que mesmo com toda a restrição oriunda de vivermos em sociedade, nos permite escolhas.
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Duas semanas atrás meu marido e eu almoçamos com um casal amigos nossos. Eles nos contaram como a vida tinha ficado melhor após terem conseguido uma babá para a filha de dois anos de idade. Lembro que num determinado momento do almoço, o marido comentou meio brincadeira, meio verdade, que iria tudo embora mesmo a babá. Quando minha amiga me ligou dias atrás, me pedindo indicação de uma nova babá, logo estranhei. O motivo que me disse, era que a babá estava usufruindo de partes da casa e produtos da casa, que consideravam privados e até íntimos, sem autorização. Enquanto a ouvia pensava como esse tipo de situação iria se tornar cada vez mais comum. E quanto, todos, tínhamos a aprender sobre as novas relações sociais.
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